"Vamos falar de... Rock & Sotck!", com Luís Filipe Barros. Em Setúbal, em 12 de Abril, no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, numa organização Synapsis. Para a agenda!
terça-feira, 9 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Evocação de Óscar Lopes no "JL" de hoje
O
JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias de hoje (nº 1109, pp. 14-16) destaca Óscar Lopes,
considerado “uma figura cimeira das letras portuguesas”.
No
texto de Maria Leonor Nunes, o retrato vem logo no início: “Um espírito ávido
de conhecimento, uma alma gentil, um homem de uma imensa cultura e de maior
coração, um humanista, um verdadeiro óscar
da literatura (…), o ensaísta, crítico, historiador literário e professor
jubilado da Faculdade de Letras do Porto, Óscar Lopes, morreu no passado dia 22
de Março, na sua casa, no Porto. Tinha 95 anos.”
Outra
evocação tem origem em Isabel Pires de Lima, que, também no início, esboça uma
tela que dá bem com a multiplicidade do homenageado: “Óscar Lopes na estação de
Campanhã, com bem mais de 60 anos, chegado de Lisboa, a descer o comboio ainda
em andamento para apanhar um dos escassos táxis disponíveis. Óscar Lopes
comodamente sentado de pantufas e manta nos joelhos na acolhedora saleta da sua
casa sita na rua com o simbólico nome dos
Belos Ares, envolto por pilhas de livros, jornais e flores ou vasos de
orquídeas. Óscar Lopes sempre apressado no seu passo miúdo pelos corredores da
Faculdade de Letras do Porto, vindo duma aula, regressando ao Conselho
Directivo, caminhando para uma assembleia ou para o Centro de Linguística que
ajudou a criar. Óscar Lopes na varanda traseira de sua casa, contemplando o
jardim, os gatos, as camélias.”
Uma
terceira lembrança parte de Maria Alzira Seixo, de tom mais pessoal: “Morreu o
Óscar! Morreu o Mestre. Todos foram seus discípulos, mesmo os que o não sabem.
(…) Não procurava glórias, o que lhe importava era estudar e ouvir música.
Estudava tudo, conhecia tudo.”
Recordo o
papel que teve na minha formação essa monumental História da Literatura Portuguesa que, desde 1955, tem inundado os
estudos, as leituras, as referências bibliográficas, devida também a António
José Saraiva. Bem cedo foi uma das obras que adquiri, ainda comprada com o que
de “mesada” (muito curta) ia recebendo, andava eu pelos estudos do Secundário. É
uma obra que me tem acompanhado sempre, referência superior neste domínio.
Relembro ensaios vários devidos a Óscar Lopes, estudados, alguns anotados e
sublinhados, e, sobretudo, os dois volumes há anos editados sobre literatura
portuguesa intitulados Entre Fialho e
Nemésio, obra que nos foi aconselhada por David Mourão-Ferreira, com
indicação de comentário a alguns dos textos nela contidos. Foi o
deslumbramento. Nunca a obra de Óscar Lopes esteve ausente do meu percurso de
estudante e também de professor. Talvez o que estou a dizer seja banal ou
repetição do que já muitos disseram e escreveram, mas, quando soube da notícia
do passamento de Óscar Lopes, foi-me impossível aceder a este espaço para
lembrar a sua importância para mim e, depois, achei ser fora de tempo. O gesto
do JL, onde Óscar Lopes também interveio, deu-me a “deixa”… Tenho de me sentir
grato a este homem da reflexão e do saber, que era também, como Maria Leonor
Nunes regista, “um homem da intervenção cívica e pedagógica” e uma referência
precisa para este tempo que tanto tem dado cabo das referências!
terça-feira, 2 de abril de 2013
Hoje é o Dia Internacional do Livro Infantil
Cartaz de Maria João Worm
Alegria dos livros à volta do mundo
Lemos juntos, tu e eu.
Vemos que as letras formam palavras
e as palavras se transformam em livros
que seguramos na mão.
Ouvimos murmúrios
e rios agitados correndo pelas páginas,
ursos que cantam à lua
melodias divertidas.
Entramos em castelos misteriosos
e das nossas mãos crescem árvores em
flor
até às nuvens. Vemos meninas corajosas
que voam
e rapazes que pescam estrelas
cintilantes.
Tu e eu lemos, dando voltas e mais
voltas,
alegria dos livros à volta do mundo.
Pat Mora (trad. Maria Carlos Loureiro)
domingo, 31 de março de 2013
Manuel Bola, aliás, Carlos Rodrigues, um actor em entrevista
Em 27 de Março, o actor setubalense Carlos Rodrigues, mais conhecido por "Manuel Bola", teve homenagem no Forum Municipal Luísa Todi, com sala cheia. De amigos, de colegas, de setubalenses. Dois dias depois, em 29, o jornal O Setubalense publicou a entrevista que se reproduz, assinada por Teodoro João. Peça a ler, com dicas sobre a cidadania, o teatro, a biografia, uma forma de estar no mundo.
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Carlos Rodrigues,
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Teodoro João
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
Para a agenda - Setúbal no coleccionismo
Setúbal no coleccionismo. Uma actividade promovida pelo Centro de Investigação Manuel Medeiros, da UNISETI, com os contributos de muitos coleccionadores. Na busca de uma identidade. Para a agenda!
sexta-feira, 22 de março de 2013
Para a agenda - Setúbal, Pombal, o terramoto e Malagrida
Depois de, em Novembro, ter apresentado publicamente o título Padre Gabriel Malagrida: O último condenado ao fogo da Inquisição (Setúbal: Centro de Estudos Bocageanos), Daniel Pires apresenta agora O Marquês de Pombal, o terramoto de 1755 em Setúbal e o Padre Malagrida, uma continuação da história. Mais uma actividade do Centro de Estudos Bocageanos, marcada para amanhã, 23. Para a agenda!
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