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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Sobre educação, com justiça e mercantilismo à mistura

O artigo de Francisco Teixeira, intitulado "Educação, justiça e mercado", saído no Público de hoje (pp. 50-51) bem merece ser lido pela análise feita, contributo para se entenderem as actuais ideias que pairam quanto à escola. Reproduzo a conclusão do texto, que pode ser lido na íntegra aqui.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

A política como jogo - Os deputados "municiados"

Ontem, ouvi o deputado Nuno Magalhães na Antena 1 a  justificar o encontro entre os deputados do CDS e do PSD com o Governo, a propósito da proposta de orçamento, como uma medida útil e necessária para todos estarem informados e para os deputados ficarem "municiados"... para o debate que se irá seguir, supomos.
Como as palavras são traidoras das intenções, ou, por outras palavras, como as palavras revelam as intenções de quem as profere, fácil se torna perceber que ir buscar o termo "municiar", ainda que como metáfora, só revela que a política não passa de um jogo, que, por vezes, é perigoso, como são todos os jogos de guerra. "Municiar" é termo do vocabulário militar, da área do belicismo. Como exemplo de prática democrática, é pobre, paupérrimo. A democracia faz-se com argumentos, não com balázios! Tem sido esse o nosso azar desde há bastantes anos...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Para a agenda: "Quanto custa a cultura?"



"Quanto custa a cultura?" Di-lo-ão André Gago, Pedro Almeida Vieira, José Teófilo Duarte e quem mais queira aparecer e participar. Na Casa da Cultura, em Setúbal, amanhã, pelas 22h00.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Depois do "Prós e Contras"...

Acabado de ouvir o “Prós e Contras” na RTP-1, desta vez dedicado ao tema “gestão das escolas”, com a particularidade de o assunto serem as agregações.
Pensava vir a perceber as razões de tais decisões…
Assisti a intervenções sem interlocutores, a um discurso frágil no que às razões para tais decisões respeita, a perguntas sem resposta e a supostas respostas para perguntas que não figuraram no cenário.
Percebe-se que a educação não é uma pasta fácil, que é preciso muito mais do que participar no jogo político, que as escolas continuam a ser realidades olhadas à distância.
E a educação permanece o laboratório em que as experiências se acumulam ao ritmo de cada equipa que chega… sem que haja um projecto nacional para um caso tão sério como é o de educar.