Mostrar mensagens com a etiqueta carta aberta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta carta aberta. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Segunda carta de Eugénio Lisboa - desta vez "aos governantes de Portugal"

Eugénio Lisboa reincidiu nos destinatários de mais uma carta aberta, ontem publicada por Eduardo Pitta no blogue "Da Literatura". Cáustico (como só se pode ser neste tempo), irónico (como só se pode ser neste tempo), lúcido (como se precisa de ser neste tempo), Eugénio Lisboa recorre a Swift (sécs. XVII-XVIII), o criador de Gulliver, que cita abundantemente, para incentivar os governantes na prossecução dos cortes. Na sequência da carta que já ontem aqui mencionei, vale a pena ler esta segunda... não tão cheia de ensinamentos quanto a primeira, mas demolidora. Cáustica, irónica e lucidamente demolidora!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Eugénio Lisboa escreve carta aberta ao Primeiro-Ministro

Corre na net uma carta aberta dirigida ao Primeiro-Ministro português, subscrita por Eugénio Lisboa. É um documento a ler - pela qualidade literária, é certo; mas, sobretudo, por essa transmissão que resulta do saber ("de experiência feito"), da sensibilidade, da cultura, da humanidade e também pela ausência de todas essas referências neste período que nos vai invadindo.
Muitos de nós subscreveríamos aquela carta, independentemente dos efeitos de Cronos; muitos de nós aplaudimos o gesto de Eugénio Lisboa, que partilhou o sentir, num acto de cidadania e de verticalidade, sem as amarras justificadas pelas globalizações, venham elas de onde vierem.
É comovente a carta. Vale a pena lermos e vale a pena comovermo-nos.

sábado, 12 de novembro de 2011

Jorge Figueira de Sousa, a homenagem para o livreiro

O Luís Guerra e o Manuel Medeiros arrancaram com a ideia. Que rapidamente alastrou. É uma “carta aberta” das gentes do livro, dirigida a personalidades da vida política portuguesa, chamando a atenção para a necessidade de ser homenageado o livreiro Jorge Figueira de Sousa, da Livraria Esperança (do Funchal), nos seus 80 anos, a acontecerem em 21 deste mês. O início da mensagem é a justificação desta lembrança:
«No próximo dia 21 de Novembro de 2011 o livreiro Jorge Figueira de Sousa, da Livraria Esperança - 'primeiro estabelecimento comercial no Funchal e na Madeira a vender exclusivamente livros' - completa 80 anos de vida.
Continuador de um sonho e de um projecto iniciado pelo seu avô, Jacintho Figueira de Sousa [1860-1932], e mantido pelo seu pai, José Figueira de Sousa [1899-1960], Jorge Figueira de Sousa, nascido no Funchal no dia 21 de Novembro de 1931, continua firmemente no seu posto e é para todos nós, 'gentes do livro', um exemplo de vida e uma figura que muito honra a classe profissional dos livreiros portugueses, por vezes tão esquecida, não obstante o lugar central que ocupa no que deveria ser um fundamental desígnio nacional: a promoção do livro e da leitura como alicerce de um País mais culto, logo mais justo, mais livre e mais feliz.»
Num tempo em que se deve defender o livro – porque assim se defendem muitas outras coisas – é pertinente que se valorize a dedicação a uma profissão em extinção (infelizmente!), é pertinente que se homenageie uma forma de exercer cultura.
Venha daí e associe-se à lista, que, no espaço de uma semana, já congregou uma centena de nomes, dos mais diversos sectores e do país inteiro! Jorge Figueira de Sousa, o livro e a cultura portuguesa merecem! Passe pelo Encontro Livreiro e torne-se mais um(a) do grupo!