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sábado, 1 de agosto de 2015

Castro Verde - Ver o cante alentejano


De passagem por Castro Verde, uma visita e um olhar sobre exposição pública de rua de ilustrações de Joaquim Rosa sobre o cante alentejano. A força do som e da voz, o espírito de grupo, o enaltecimento do trabalho e da identidade. A acompanhar a exposição, há ainda dois textos: um de José Luís Peixoto e outro de Afonso Cruz, ambos imbuídos da alma alentejana. Para (re)parar.












sábado, 29 de novembro de 2014

O cante alentejano, com parabéns e uma memória através dos "Ausentes do Alentejo"

O cante alentejano integra o património imaterial da Humanidade desde anteontem, 27 de Novembro, conforme decisão divulgada pela UNESCO em Paris. Uma homenagem à genuinidade, ao saber, ao património cultural de Portugal, chegado pela toada alentejana. Com regozijo, com parabéns!
Recordo-me de o ter ouvido, quase de repente, quando, em 1986, vivi em Beja e pela região dei umas voltas. Aprendi a gostar do Alentejo (que mal conhecia) e convivi com pessoas extraordinárias. Cinco anos depois, numa colaboração com o diário Público, noticiei sobre a existência do grupo “Ausentes do Alentejo”, constituído em Palmela. Gostei de ter conhecido o grupo e da forma como falaram do “seu” Alentejo. A peça saiu na edição de 30 de Março de 1991, na página 35. Por lá passam as saudades e as marcas da terra, o bulir e o cantar da terra, uma forma própria de ser. Também se falou do cante alentejano.
Em jeito de lembrança – ou será de homenagem? – do que fui aprendendo sobre este património e sobre o Alentejo e em jeito de saudação ao grupo “Ausentes do Alentejo”, reproduzo o texto. Apenas uma errata: o segundo parágrafo da segunda coluna foi amputado por lapso técnico, omitindo o resto do texto e escondendo o sentido – aqui fica a correcção, à maneira de adenda: «Mas a boca acabará por lhe fugir para a verdade. “O grupo vai muitas vezes cantar ao Alentejo e, aí, sinto saudades por não estar mais tempo a cantar lá.”»