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domingo, 11 de fevereiro de 2018

Para a agenda: Livros a propósito do Dia dos Namorados



O Dia dos Namorados é em 14 de Fevereiro, mas a celebração será aproveitada pela Biblioteca Municipal de Setúbal no dia 16 para a apresentação de dois livros: uma adaptação de Romeu e Julieta, de Ana Almeida, pelas 14h30, e O que se passa na cabeça do meu adolescente?, de Cristina Valente, pelas 15h30. Para a agenda!




terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

No dia dos Namorados...


Painel de Teresa Cortez (1985)
(Lisboa, Avenida da Liberdade)

“As pessoas que amam estão sempre com ar de urgência, porque têm saudades quando não estão acompanhadas e sentem uma euforia bonita quando estão juntas.”
(Valter Hugo Mãe. O paraíso são os outros, 2014)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Para a agenda: Adília Gaspar - a filosofia, o amor e o sexo



Adília Maia Gaspar, autora de várias obras ligadas ao ensino da Filosofia, ela própria também professora da área, chega com o seu título mais recente, Sexo, Amor e Filosofia. Na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal, em 14 de Fevereiro, data em que se assinala também o Dia dos Namorados. A propósito. Para a agenda!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Máximas em mínimas (96) - amar (no Dia dos Namorados)


“A excentricidade nos afectos mais tarde ou mais cedo sai cara.” (Adília Lopes. “Uma espécie de conto de Natal”. Resumo – A poesia em 2009. Lisboa: Assírio & Alvim / FNAC, 2010, pg. 14)

“Amar é sentirmos o desejo de nos esquartejarmos para nos darmos aos pedaços um ao outro.” (Urbano Tavares Rodrigues, Filipa Nesse Dia, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1988)

“Amo-te tanto que te não sei amar, amo tanto o teu corpo e o que em ti não é o teu corpo que não compreendo porque nos perdemos se a cada passo te encontro, se sempre ao beijar-te beijei mais do que a carne de que és feita.” (António Lobo Antunes, Memória de Elefante, Lisboa, Editorial Vega, 1981)

“Nós somos pré-históricos na forma de saber amar; há em nós uma aprendizagem que está perfeitamente no início e nós só temos experiências fugazes da absoluta felicidade.” [Lídia Jorge, entrevista, in Tempo (supl. Tempo-Mulher), nº 508, 01.Fev.1985]

“O amor é tão necessário à vida dos mancebos como o chá de marcelas às afecções do estômago.” (J. Mascarenhas. Tragédias do Minho – O laivo de sangue. Lisboa: J. G. Sousa Neves, 1877)

“O amor só conhece uma regra: amar sempre.” (Maria Teresa Maia Gonzalez. Sempre do teu lado – Carta de um cão. Lisboa: Verbo, 2008 reimp)

“O que faz com que o amor seja tão perturbador e tão excitante são a suspeita e a dúvida.” (José Leon Machado. Memória das estrelas sem brilho. Braga: Edições Vercial, 2008)

“Quem ama não deve pedir nada em troca desse amor.” (Alice Vieira. Leandro, rei da Helíria. 12ª ed. Alfragide: Editorial Caminho / Leya, 2011)