Uma proposta para conhecer mais um pouco da Arrábida. Através de Rui Canas Gaspar. A 14, sábado, pelas 20h30, na Casa da Baía, em Setúbal. Para a agenda!
terça-feira, 10 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Memória: Jorge Figueira de Sousa (1931-2012)
Não conheci Jorge Figueira de Sousa pessoalmente.
Conheci a obra dele, no âmbito do que é ser livreiro, através de pessoas amigas.
Participei na “Carta de Gentes do Livro”, em Novembro passado, quando o blogue
Encontro Livreiro promoveu uma homenagem ao livreiro madeirense, por dever de
leitor, assinando a homenagem e levando outros a que o fizessem também.
Esperava tê-lo visto homenageado neste 10 de Junho,
mesmo porque a carta assinada em Novembro apelava a instâncias e a figuras como
o Presidente da República e o Primeiro-Ministro. Essa distinção no Dia de
Portugal não aconteceu. Agora, o livreiro partiu. Qualquer homenagem póstuma
será oportuna, mas podia ter tido mais oportunidade há uns tempos atrás. De
resto, a revista Ler (Lisboa:
Fundação Círculo de Leitores), no seu último número, de Julho (nº 115), que não
sei se ainda chegou ao conhecimento de Figueira de Sousa, lamentava a falta
cometida no seu barómetro “Sobe & Desce” – “Homenagem – Apesar do
abaixo-assinado, o livreiro da Esperança não foi distinguido no 10 de Junho.
Devia.”
Umas páginas adiante, na mesma edição, Sara Figueiredo
Costa faz reportagem sobre o livreiro do Funchal em pouco mais de duas páginas
sob o título “O negócio dos Figueira de Sousa”, chamando a atenção para a “maior
livraria de Portugal”, na rua dos Ferreiros, fundada em 1886, que redescobriu a
originalidade de expor os livros mostrando-lhes a capa, não só das novidades,
mas também das existências nos fundos bibliográficos, o que permite aos
leitores (re)descobertas importantes.
Conheço várias pessoas que por esta livraria
passa(ra)m, que ali começaram a formar as suas bibliotecas, que ali acorrem
sempre que se deslocam ao Funchal. Todas me falam desse poder mágico, dessa
energia que brota dos livros e que arrebata e faz leitores. Um sucesso devido
também a Jorge Figueira de Sousa.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Para a agenda - Curtas Sadinas
Nove propostas em uma. "Curtas Sadinas" no programa "Cinema no Pátio". Em 6 de Julho, na Casa de Bocage. 77 minutos de película... em sugestão de roteiro!
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Cidades sem qualidades? (continuação)
Esta
notícia, surgida na edição online Rostos
de ontem, apresenta uma questão pertinente, que em nada se afasta da opinião já
aqui veiculada a partir do blogue de José Teófilo Duarte.
Nestas
coisas de ordenações e de rankings baseados em apreciações pessoais e pontuais,
há que ter reservas. Um amigo que participou neste inquérito promovido pela
Deco como inquirido dizia-me hoje que não se admirava dos resultados, sobretudo
se se pensar que estaria ao alcance de qualquer inquirido denegrir a
apreciação. “Não me admira que tenha havido gente que respondeu como
oportunidade para derreter a imagem de Setúbal”, dizia-me ele.
Nestas
coisas, como nos comentários abertos que pululam aí pela net,
há que manifestar reservas. Liberdade de opinião, sim; seriedade nas
abordagens, também; justificações certas e comprovadas para as opiniões,
indispensáveis. O resto pode dar misturas em que, no final, ninguém se revê –
nem os próprios inquiridos, nem os opinadores, que, juntos ou separados, julgavam ter uma visão representativa!...
Já agora, os resultados do inquérito intitulado “Qualidade de vida em 124 cidades de 5 países” podem ser vistos aqui.
Já agora, os resultados do inquérito intitulado “Qualidade de vida em 124 cidades de 5 países” podem ser vistos aqui.
Cidades sem qualidades?
É assim que se inicia o postal do José Teófilo com data de ontem, com o título que para aqui adoptei, a propósito de um "estudo" publicado que põe Setúbal na rota das piores cidades para se viver em Portugal. Vale a pena lê-lo para se perceber o alcance destes "estudos" ou a nossa adesão aos mesmos. Vale a pena lê-lo para se aprender a sentir a cidade, a (re)construir a cidade. Li e gostei.
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
Para a agenda - "vINHO rASGADO" com poetas, em Setúbal
Um lote de bons poetas, em interpretação de João Brás, numa sessão promovida na Sociedade Musical Capricho Setubalense. Em 30 de Junho, pelas 22h00. Serve de roteiro...
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Parabéns, Selecção Nacional...
... pelo trabalho desempenhado, pelas alegrias dadas, pela "garra" demonstrada, pelo espectáculo de hoje! São vencedores da nossa confiança! Parabéns!
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Máximas em mínimas (88) - Salvador Peres
Ser (e parecer) – “Nunca se é diferente daquilo que se é (…). Acontece
algumas vezes que parecemos aquilo que não somos (…)! E essa mudança é
enganadora, pois não só se engana o outro, como, às vezes, também nos enganamos
a nós próprios, que amamos muito ser enganados.”
Esperar – “Uma longa espera é ocasião para uma profunda reflexão
filosófica.”
Vida – “Nem sempre a vida nos corre da forma que mais gostaríamos. Mais
tarde ou mais cedo, ventos contrários vêm varrer, com a violência das
tempestades tropicais, a harmonia e a temperança da nossa existência.”
Salvador Peres. A vingança da
ferramenta (1991)
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Para a agenda: o terceiro livro de Salvador Peres
O seu primeiro
livro data de 1991 e intitula-se A
vingança da ferramenta. Quase uma década depois, em 2000, editou O armazém de palavras. Ambos são livros
de contos. Agora, vem o terceiro, a ser apresentado no sábado, 30, pelas 18h00,
no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, intitulado A travessa dos bispos escarlates e outras
histórias. Autor comum aos três títulos? Salvador Peres, setubalense, 58
anos, artista acima de tudo. Serve de convite.
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