Mostrar mensagens com a etiqueta arte efémera. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arte efémera. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Golfinho Parade II, em Setúbal



Cinco anos depois, a Golfinho Parade voltou a Setúbal. Foi em 2011 que se realizou a exposição de golfinhos decorados junto a uma das docas de Setúbal (Doca dos Pescadores). Por lá ficaram a saltar e a gracejar esses golfinhos durante cinco anos. Agora, nova leva de golfinhos invadiu a doca, exposição inaugurada há dias. Aqui ficam as imagens do novo grupo de 20 roazes, decorados com a colaboração de escolas e artistas de Setúbal.





Música
Inês Teixeira - 6º ano
Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi



Poema com Música
Joana Fernandes Soromenho, Mariana Nogueira de Sousa
Escola Secundária D. Manuel Martins



Filigrana Portuguesa
Lara Landim
Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago



A pena de Bocage
Sandra Costa, Catarina Domingues, Diana Dias, Bruna Cruz,
Tatiana Chão, Liliana Marques
Escola Profissional Cristóvão Colombo



Amizade
EB 1 / JI Azeda, sala 2




Flash de cores
Beatriz Guerreiro - 6º ano
Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi



O nosso coração tem arte
Sala dos Golfinhos - Centro Paroquial Nossa Senhora da Anunciada - JI A Nuvem 



Cyborg Dolphin
Miguel Gracinhas
Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago



Aves do Sado
Diogo de Matos - 4º ano
Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi



Este golfinho ama Setúbal, e você?
Carlos Pereira da Silva



Vejo da minha janela
Ana Gabriela Conceição, Inês Conceição



Criatura do Sado
Carolina Pilão - 6º ano
Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi



Espaços negativos
Slopes



Os golfinhos e a serra da Arrábida
Alice Batel, João Vasco Bordeira
Centro Paroquial Nossa Senhora da Anunciada - JI Aquário



O Aquário
Turma 25 - 4º ano
Profs. António José Borreicho, Vanda e Sílvia Martinez
Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago - EB 1 / JI nº 5



Metamorfose
Leandro Costa
Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago



Sereias do Sado
Bernardo Matos, Joana Fernandes, Paula Pilar, João Couto
Escola Secundária D. Manuel Martins



Golfinho colorido
Turma 24 - 4º ano
Profs. Ana Borreicho, Vanda e Sílvia Martinez
Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago - EB 1 / JI nº 5



Natureza VS Máquina
Maria da Conceição Pereira, Pedro Alexandre Robalo
Escola Secundária D. Manuel Martins



Cidade de Setúbal
Carolina Macedo, Alexandra Amaro, Daniela Correia, Tiago Correia, Céu Campos, Carla Carvalho
Clube de Jovens da Cáritas Diocesana de Setúbal



domingo, 1 de setembro de 2013

Bocage à vista (71) no seu mês


Bocage à porta, na Rua 26 de Setembro, em Setúbal

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Barack Obama, de novo

Sudarshan Patnaik, indiano, felicita Obama na praia de Puri (Odisha)
[fonte: Expresso]

sábado, 31 de dezembro de 2011

2011 a largar o cais...

Quem vai enviando mensagens para esta quadra tem sempre o cuidado de dizer apenas “um bom ano”, por vezes acrescentando algo como “o melhor possível”. Ninguém quer arriscar muito, sobretudo depois da onda que já caracterizou por antecipação o ano de 2012 como depressivo para qualquer um de nós. É espantoso como o clima de medo quanto ao futuro se instalou, algo que os dirigentes deveriam ter evitado – se não souberam evitar que se tivesse chegado até aqui, pelo menos que evitassem aniquilar a esperança. A essa atitude não se chama “ser realista” nem “apontar a realidade”… haverá outros termos mais apropriados e igualmente tristes! Afinal, quem terá andado acima da realidade…
Por aí a circular anda a amostra de lagosta que se junta, pseudo-crustáceo para celebrar a entrada no novo ano… Vale a pena olhá-la – pelo que com uma cenoura se consegue iludir, pela sensibilidade para a arte, pelo retrato que se dá. A cenoura, pelo menos, tem a vantagem de “fazer os olhos bonitos”, como se costuma dizer, mesmo que o olhar possa ser ilusório!
O ano está a acabar… e que acabe com graça!



domingo, 9 de setembro de 2007

Da fruta se faz arte

No Verão de 1984, numa viagem no interior do Minho, depois de visitar Lindoso, a hora de almoço levou-nos a parar num pequeno restaurante familiar em Parada - que se chamava, se não me engano, "Mó". Não falarei do repasto, mas lembro a habilidade de um senhor Avelino Vaz, então reformado, que passava parte do seu tempo a transformar legumes e vegetais em flores. Ali mesmo, perante os estranhos, o artista, em menos de cinco minutos, fez nascer de uma cenoura uma rosa aberta e desabrochada, apenas com o auxílio de uma faca e do seu muito saber - contou depois que já nos finais da década de 40 ganhara um prémio numa Exposição de Artes Decorativas. O gesto do senhor Avelino pareceu-me o negativo do italiano Arcimboldo (1527-1593), que usava os frutos e os vegetais para compor as alegorias dos seus quadros...
Esta admiração pelo trabalho e criatividade do senhor Avelino reapareceram-me ontem, ao ver a mesa das frutas numa festa familiar. O que pode um artista fazer com melancias, melões, meloas, laranjas, uvas, ananases e kiwis! Desta vez, o nome do criador é António Sousa. Resolvi trazer para aqui alguns dos centros que ele compôs e com que nos brindou na tarde de ontem...