“Anel
da Memória” é o título da escultura inaugurada em Pas de Calais (França) hoje,
obra do arquitecto Philippe Prost, idealizada pelo historiador Yves Le Maner. A
sua simbologia não remete para a vitória dos Aliados no conflito mundial de
1914-1918, mas para a evocação do “sofrimento vivido pelos soldados de todos os
lados do conflito”.
Assim,
em 500 peças de aço dispostas na forma de círculo, numa área de cerca de dois
hectares, o nome de 580 mil soldados participantes na Primeira Grande Guerra, entre os quais os de mais de dois milhares de nomes portugueses, perpetuará
o respeito pelo sofrimento, independentemente do lado da trincheira ou da
geografia em que a Grande Guerra se desenvolveu.
Uma forma memorável de assinalar o Dia do Armistício!
[foto: Pascal Rossignol, Reuters, através de RFI]



ndial, a propósito dos 90 anos que, neste ano, passaram sobre esse acontecimento. O texto é simples, enunciando uma série de coisas sabidas sobre as consequências desse conflito. Associa a infografia e desenhos com alguns dados sobre os truques que o belicismo da época usou – dirigível, tanque, metralhadora, gás ou submarino – e indica alguns “mitos e curiosidades” associados – gripe pneumónica, o transporte de reservas em táxis para a frente do Marne, o ataque alemão ao Funchal, o fogo sobre Paris e os mortos portugueses em África.






