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domingo, 10 de novembro de 2013

Fernando Madrinha e o negócio do ensino (a propósito de uma reportagem da TVI)


A reportagem da TVI transmitida na semana passada, assinada por Ana Leal e por Gonçalo Prego, sobre o financiamento do Estado ao ensino particular não pode deixar ninguém indiferente. Absolutamente ninguém. Quer pelo que se fica a saber, quer pelas injustiças cometidas, quer pelas questões ideológicas subjacentes ao que está a acontecer, quer pela pobreza de argumentos de muitos dos envolvidos (dados assim como quem assobia para o lado), quer por todos nós, por este Portugal que é o meu país.
Fernando Madrinha, colunista do Expresso, na edição de ontem, acentuou a tónica da "promiscuidade". Vale a pena ler.


segunda-feira, 18 de março de 2013

Francisco, o Papa, e Francisco, o Santo

Francisco, o Papa, tem sido motivo de variadíssimos comentários, não fosse a importância da Igreja Católica hoje, não fosse tudo aquilo que tem acontecido de menos bom e de mau nessa mesma Igreja. Obviamente, os exageros nos comentários são muitos, com os fundamentalismos da praxe, mesmo que disfarçados de coisas que vestem roupagens das mais variadas.
Li duas crónicas sobre o Papa Francisco no Expresso de ontem que carregam muito daquilo que senti com esta escolha - deste Papa e deste nome. A primeira é devida a José Tolentino Mendonça, que, sob o título "O nome é um programa?", dá a resposta para a pergunta que lança. Depois de biografar a acção de Jorge Bergoglio, Tolentino Mendonça afirma: "O poverello de Assis foi o grande reformador da radicalidade evangélica, que impôs à Igreja uma cura de pobreza, de humanidade e de confiança vibrante em Deus. Sabe-se que na conversão de Inácio de Loiola, fundador dos Jesuítas, teve enorme importância a descoberta do seu exemplo. Inácio ter-se-á perguntado: 'E se eu fizesse o mesmo que Francisco?' Será isso que o Papa Bergoglio se pergunta?"
Na mesma linha se situa Fernando Madrinha, ao assinar a crónica "A importância de se chamar Francisco", dizendo que "o facto de terem passado oito séculos antes de um eleito escolher o seu nome, e com isso o apresentar como guia espiritual, diz alguma coisa sobre as referências dos Papas, sobre o modo como interpretam a função da Igreja e como encaram o luxuoso trono em que se sentam."
O que ressalta desta escolha, intensificado pelo que tem sido o discurso do novo Papa, é a vez da esperança, que corresponderá à vontade que existe no mundo católico de que a Igreja seja a proximidade, a fraternidade, a esperança ela mesma. A simpatia por este Papa advém daí: marca de esperança, pois.

sábado, 15 de novembro de 2008

A educação vista a partir do "Expresso" de hoje

1) Entrevista da Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues
2) Miguel Sousa Tavares, "Só restarão vencidos"
3) Fernando Madrinha, "Quem mais ordena"
4) Daniel Oliveira, "Mais perto, mais certo"