A avaliação do desempenho docente e o facto de ter cargos com ela relacionados levaram-me a uma acção de formação hoje iniciada. E quanto mais penso sobre o assunto mais me convenço de que a inquinação deste processo de avaliação foi grande: depois de tudo o que foi dito, depois dos avanços e recuos, depois do ambiente criado, eis que surge formação – agora – para explicar a filosofia do processo, para o aprofundar… quando muitas escolas e professores já investiram no aprofundamento e apropriação das regras e depois de muitos erros terem sido cometidos, incluindo nos sítios onde mais à frente se quis ir. Esta formação vem fora de tempo útil para um processo que tem que arrancar em Setembro, vem pôr de novo as pessoas a trabalhar à pressa para um processo que vai ser de avaliação. Já devia ter acontecido há muito, logo que o sistema começou a ser montado. Ter-se-iam evitado erros, desgastes e deslizes, independentemente de se concordar ou não com este método de avaliação. Esta formação, no mínimo, já deveria ter acontecido há muito, repito, mesmo para que as pessoas se apropriassem dos princípios e sobre eles reflectissem, optimizando o possível.[imagem a partir de: www.renascenca.br]






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