terça-feira, 16 de maio de 2017

Jornada Internacional Sebastião da Gama - Livro de Ruy Ventura já tem capa



O livro A Chave de Sebastião da Gama, do poeta e investigador Ruy Ventura que vai ser apresentado na noite de 26 de Maio, na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, em acção integrada na Jornada Internacional Sebastião da Gama, já tem capa, que aqui se divulga.
Quanto ao conteúdo, será uma descoberta para os leitores. Obviamente, se se explorar a simbologia da palavra "chave" lá se chegará. Será um livro imprescindível para a leitura de Sebastião da Gama, um género de arqueologia da sua poesia.
A edição é Editora Licorne e da Associação Cultural Sebastião da Gama e tem o apoio da Câmara Municipal de Setúbal e da Junta de Freguesia de Azeitão.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Para a agenda: A democracia no distrito de Setúbal e Arlindo Mota



Arlindo Mota é poeta, romancista e estudioso de assuntos vários, com vasta obra já publicada. O próximo título sairá em 19 de Maio, com apresentação na Casa da Cultura, em Setúbal, pelas 18h00. Motivo é a história da democracia na região sadina sob o título Margem Sul - A Emergência da Democracia de Abril no Distrito de Setúbal, em edição da Associação de Municípios da Região de Setúbal. Para a agenda!

Para a agenda: António dos Santos e as histórias do Orfanato



António dos Santos (n. 1941) é conhecido setubalense que muito tem divulgado a história da instituição a que esteve ligado (Orfanato Municipal de Setúbal). A sua vida, ligada às artes gráficas, entrou também pelo universo do livro naquilo que ele tem de mais essencial - escrevê-lo. E, desde 2004, foram já quatro os títulos com que António dos Santos nos brindou: O Achamento de meu Pai... e Outras Histórias Vividas no Orfanato Municipal de Setúbal (2004), A Cidade dos Rapazes Pobres - Setúbal - Anos de 1950 - Histórias Vividas no Orfanato Municipal de Setúbal (2006), Para lá dos Portões do Asilo - Setúbal 1958 - Histórias, Sonhos e Liberdade (2009) e Romagem de Saudade dos Rapazes do Orfanato pelo 18 de Maio (2011). Agora, mais um título surge sob a responsabilidade de António dos Santos: O Fantasma do Convento da Soledade, a ser apresentado em 21 de Maio, pelas 17h00, na Casa da Baía, em Setúbal. Para a agenda!

domingo, 14 de maio de 2017

Sobre a vinda do Papa Francisco a Portugal



O Papa Francisco esteve cá igual a si próprio. Como peregrino, como chefe de uma Igreja com crises e que ele quer tornar mais afirmativa e mais autêntica, como inspirador de um optimismo que todos podemos construir, como desafio para a fé e para o papel de cada um como cidadão, como cristão e como católico.
Tenho uma enorme e profunda admiração pelo Papa Francisco por muitas razões. Por ser diferente, por ser autêntico, por ser um desafio contínuo, por nos levar a pensar com uma linguagem que nos é próxima, pelo seu passado, por ser jesuíta e pelo nome que adoptou - poderia ser o de Francisco Xavier, patrono da Companhia de Jesus (ordem religiosa de que é proveniente), mas foi o de Francisco de Assis, patrono dos Franciscanos e exemplo maior da ecologia humana.
Nesta vinda do Papa Francisco a Portugal, senti a tristeza por muitos amigos meus das redes sociais o tratarem como trataram. Lamento que a tolerância seja apenas um verbo de encher para quando estão de acordo connosco. O respeito pela fé e pelas crenças do outro deveria ser uma máxima, uma orientação de vida. E não é. Vi cenas caricatas e pungentes, recortes de um humor “baixo” e perguntas de jornalistas absolutamente ridículas, como se estivessem a transmitir a reportagem de um qualquer circo, como se a vida fosse ela mesma um espectáculo. Tudo isto nos deve ficar na fronteira do “para lá”, se é que queremos dar testemunho, se é que acreditamos que a fé nos marca e define, se é que queremos que a coerência seja a nossa marca. Mesmo porque o que se pôde ver foi a vivência da fé.
Quando, na sexta-feira, vi a primeira página do jornal “O Setubalense” com a imagem do Papa, logo pensei que os jornalistas teriam aproveitado um acontecimento nacional para o interpretar ao nível regional e local. Não; a questão era a da tolerância dada pelo Governo e não era a simbologia, a crença, a fé, a opinião e o desafio sentido por setubalenses com a vinda do Papa ao nosso país. Uma questão absolutamente lateral, ainda que podendo ser discutida. Uma oportunidade de reflexão e de testemunho (de que bem precisa a nossa sociedade) desperdiçada!
Ainda hoje li no “Público” o depoimento de um autor insuspeito - José Pacheco Pereira. E vale a pena seguirmos as suas palavras: “O Papa fez bem o seu papel de ‘bom Pastor’. Apelou aos cristãos para não deixarem sozinhos os deserdados da história, os que vivem na periferia do mundo, os pobres, os deficientes, os presos, os perseguidos. Isto é uma das coisas que este Papa faz melhor porque é genuíno nesse apelo e coloca a Igreja no lugar certodo seu papel no mundo. Ele não acha, como alguns dos seus fiéis, que a pobreza seja um ‘efeito colateral’, justificado por um hipotético e salvífico modelode desenvolvimento, que ele, certamente, entende ser cruel. Na mesma altura em que ele estavaa falar em Fátima, um Presidente americano, discursando num colégio evangélico, apelouaos jovens recém-formadospara lutarem pelo sucessoe perguntou-lhes quantos quereriam ser Presidentes como ele, para levantarem a mão. Nãoé ocasional, são de facto dois mundos e entre ambos eu prefiro o do Papa Francisco.”
E, já agora, para que dúvidas não existam, leia-se a intervenção que Francisco fez em Fátima ontem, disponível aqui. O desafio é tão forte que, no regresso a Itália, em conversa com os jornalistas difundida pela imprensa, disse apelar aos sacerdotes “para não serem clericais”, pois essa atitude “é uma peste na Igreja”. Incomparavelmente mais corajoso do que aqueles que, a pretexto de não serem crentes, o ridicularizaram!
Mantenho a forma como comecei: o Papa Francisco esteve cá igual a si próprio. Com a honra da sua palavra, da sua convicção, mostrando que a fé é também o que o move. Obrigado, Papa Francisco!

Parabéns, Salvador Sobral! Parabéns, Luísa Sobral!



Parabéns, Salvador e Luísa Sobral! Obrigado!

Para a agenda - Dia Internacional dos Museus no MAEDS



A propósito do Dia Internacional dos Museus, o MAEDS (Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal) apresenta programação intensa, com destaque para a arte de Vieira da Silva. Para a agenda!

Para a agenda - Livro de Horas do Duque de Berry em Setúbal



Para o programa "Sextas - Arte e Ciência", o grupo Synapsis convidou José Custódio Vieira da Silva, historiador de arte, para falar sobre o "Livro Rico de Horas do Duque de Berry", obra do séc. XV, em 19 de Maio, pelas 21h30, na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal. Para a agenda!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Para a agenda: Sobre o adobe e os "caramelos"



"Adobe de Setúbal" é o título de seminário que decorre em 20 de Maio, entre as 10h00 e as 13h30, no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal. Três comunicações em que será abordada a identidade "caramela" e a construção em adobe na região setubalense, além da apresentação do livro O Adobe. Organização a cargo de Centro da Terra. Para a agenda!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Jornada Internacional Sebastião da Gama - Programa definitivo



A "Jornada Internacional Sebastião da Gama - Pelo Sonho é que Vamos" apresenta já o programa definitivo, organizado em quatro sessões (no auditório da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal - antigo Quartel do 11) e um serão (na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense) no dia 26 de Maio.
O programa é intenso e diversificado, a justificar o valor da mensagem de Sebastião da Gama, valor maior da cultura portuguesa. A inscrição é gratuita, mas obrigatória, devendo ser feita através do endereço acsgama@sapo.pt (com indicação de nome, instituição a que pertence e contacto).

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Jornada Internacional Sebastião da Gama vai acontecer em Setúbal e Azeitão




"Cabo da Boa Esperança" - 70 anos de pretextos para Sebastião da Gama
Procedimentos para a inscrição - Formação creditada

“Pelo Sonho é que Vamos - Jornada Internacional Sebastião da Gama” vai acontecer em 26 de maio em Setúbal e Azeitão, reunindo um conjunto de comunicações sobre a obra do poeta de “Serra-Mãe”, a apresentação de um livro sobre os alicerces da sua poesia e um concerto a partir de poemas por si assinados. Além da intenção de divulgar a obra de Sebastião da Gama, também é pretexto o 70º aniversário sobre a edição do livro “Cabo da Boa Esperança”, segundo título que o poeta publicou.
A iniciativa, ocupando todo o dia 26, é da responsabilidade da Associação Cultural Sebastião da Gama, do CLEPUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), da Câmara Municipal de Setúbal, da Junta de Freguesia de Azeitão, da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense e conta ainda com a parceria do Centro de Formação de Professores Ordem de Santiago.
As conferências, abordando áreas diversas do percurso de Sebastião da Gama, acontecerão em Setúbal e serão da responsabilidade de Alexandre Ferreira dos Santos, António José Borges, Fátima Ribeiro de Medeiros, João Reis Ribeiro, Luciano Pereira, Manuela Cerejeira, Mariagrazia Russo, Miguel Real, Pedro Martins, Risoleta Pinto Pedro, Ruy Ventura, Sofia A. Carvalho e Viriato Soromenho-Marques. Numa das sessões, haverá ainda o testemunho de António Clarinha Romão, Cristalina Fryxell, Ludovico Cândido, Margarida Brazinha e Nicolau da Claudina, alunos de Sebastião da Gama. As palavras do poeta serão trazidas pelo ator setubalense José Nobre e, à noite, em Azeitão, haverá a apresentação do livro “A Chave de Sebastião da Gama”, de Ruy Ventura, e o concerto “Pelo Sonho é que Vamos” com o grupo e-Vox.
A inscrição na Jornada é gratuita, mas é obrigatória para quem queira participar, devendo ser indicado nome e instituição e fornecida forma de contacto através do email acsgama@sapo.pt
A Jornada terá o estatuto de “ação de formação de curta duração” através do Centro de Formação de Professores Ordem de Santiago.